A ACENDER A PAIXÃO PELA BATERIA E PERCUSSÃO EM PORTUGAL

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  • Renata Pinho

Ricardo Danin - "O objetivo é continuar a escalar a montanha"

Ricardo Danin, é baterista da banda Expensive Soul onde no passado dia 21 de maio esteve em concerto em São João da Madeira, na Casa da Criatividade e com casa cheia. No regresso a "casa" e com um vasto currículo nacional e internacional na bagagem, dá-nos a conhecer um pouco do seu lado pessoal e profissional, nesta entrevista que nos concedeu no dia do concerto.

Foto de Renata Pinho / LD


Que expectativas tinhas para o concerto que aconteceu no passado dia 21 de maio em São João da Madeira e o que realmente aconteceu ou não aconteceu e gostarias que tivesse corrido de maneira diferente?


Tocar em 'casa' é sempre especial. Tento encarar todos os concertos da mesma maneira, mas há alguns que trazem sempre uma pressão diferente. Tinha pessoas especiais para mim tanto no palco como no público, foi uma noite muito boa!


Como te divertes em palco? Sentes algum nervosismo antes, durante ou depois das atuações? Se sim, porquê?


Sinto sempre alguns nervos antes de pisar o palco, mas nada que não desapareça passado uns minutos. Sempre me senti muito confiante em palco e divirto-me imenso a fazer música, principalmente com pessoas que me dizem tanto.



Como descreverias o teu percurso como baterista e que carreira pretendes levar e conseguir?


Tenho orgulho no percurso que fiz até aqui mas tenho noção que ainda tenho muito para aprender e melhorar. Adoro o que faço e vejo-me a fazer música para o resto da minha vida. O objetivo é continuar a escalar a montanha.

Porque escolheste a bateria como teu instrumento de eleição e de aprendizagem?


Quando comecei na música, em miúdo, foi o piano que me cativou mais, mas passado alguns anos percebi que não era bem aquilo que me fazia vibrar. Desde a primeira vez que me sentei numa bateria, soube que o caminho era por ali.


O que te faz sentir a música e o instrumento que de momento tocas?


Energia. A bateria tem um poder incrível no que toca a fazer as pessoas sentirem alguma coisa, quer seja num concerto ou quando ouvem um disco. Para mim, não há nada melhor do que o estado de ‘transe’ que sinto quando estou a tocar, quando se dá o ‘lock’ num groove.

Como te sentes em relação ao momento em que te encontras na tua carreira?


Sinto que estou num excelente momento na minha carreira, estou a trabalhar com artistas que admiro desde miúdo e tenho aprendido imenso a trabalhar com os vários músicos incríveis que fazem parte destes projetos.

Tens mais algum projeto que estejas a desenvolver ou gostarias de ver desenvolvido futuramente? (Seja música, arte em geral, educação, objetivos pessoais, etc).


Tenho andado a absorver a maior quantidade de informação que consigo para eventualmente me focar mais no lado da produção. Sempre foi um lado da música que me fascinou e quero durante os próximos anos continuar a trabalhar em músicas e quem sabe, talvez lançar um disco. Ainda há muitos caminhos da música que quero explorar.

Qual será o passo a seguir para ti? Que expectativas tens para o futuro?


Gostava muito de fazer uma tour internacional e sinto-me pronto para tal, a oportunidade há de surgir. É sem dúvida um dos meus maiores sonhos.



Fotografias do concerto de Expensive Soul na Casa da Criatividade



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